Projeto Eratóstenes – Medindo o Tamanho da Terra

¿Querés medir con tu escuela y muchas otras americanas el radio de la Tierra como lo hiciera Eratóstenes hace dos mil trescientos años?

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Interessante projeto de Ciências que estimula o interesse dos estudantes pela Astronomia, pela Física, pela História e pela Matemática.
Projeto de iniciativa da Network for Astronomy School Education (USA), e coordenado no Brasil pela Universidade Federal do Mato Grosso,
seu objetivo é reproduzir o experimento de Eratóstenes, que mediu o diâmetro da Terra pela primeira vez no séc. II A.C. no Egito.

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Num trabalho em colaboração entre estudantes de diferentes (e bem distantes) locais do planeta, as medições são
realizadas e utilizadas para se obter o cálculo do diâmetro da Terra.

Atividade pode ser realizada sem qualquer custo e utiliza basicamente conceitos elementares de semelhança de triângulos
por qualquer escola, pública ou privada, urbana ou rural.

Um professor criativo (e com boa vontade!) pode explorar a atividade de inúmeras maneiras!

Qualquer dúvida, procurem a Rede POC (redepoc) ou a Coord. do Projeto: rlanghi
Aproveitem essa oportunidade!

Links:
http://www.if.ufrgs.br/historia/eratostenes.html
http://difusion.df.uba.ar/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=110&Itemid=37
http://www.facebook.com/group.php?gid=107311792629457&v=info
http://www.iaucomm46.org/web_nase/nase41234567890.html

Concurso Jovens Inovadores 2011 Inscrições Abertas!

Finalistas da GOOGLE SCIENCE FAIR 2011

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The votes are in for the Google Science Fair Finalists and People’s Choice Award Winner

Monday, May 23, 2011 | 9:00 AM

(Cross-posted on the Official Google Blog and Google Student Blog)

From winged keels to water turbines, from prosthetic limbs to programming in pure English, it’s been a fascinating two weeks for our Google Science Fair judges. It was no easy task to select 15 finalists out of the 60 semi-finalists—all of the students’ projects asked interesting questions, many focused on real-world problems and some produced groundbreaking science that challenged current conventions.

After much deliberation we’re happy to announce the 15 finalists:

Age 13 – 14
Anand Srinivasan, USA
Daniel Arnold, USA
Lauren Hodge, USA
Luke Taylor, South Africa
Michelle Guo, USA

Age 15 – 16
Dora Chen, USA
Gavin Ovsak, USA
Harine Ravichandran, India
Naomi Shah, USA
Skanda Koppula, USA

Age 17 – 18
Christopher Neilsen, Canada
Matthew Morris, USA
Shaun Lim Hsien Yang, Singapore
Shree Bose, USA
Vighnesh Leonardo Shiv, USA

In July, these finalists will come to Google headquarters in Mountain View, Calif. to present their projects to our panel of finalist judges, including science luminaries, technology innovators and one Nobel laureate. They’ll compete for prizes that include $100,000 in scholarship funds, real-life experiences at CERN, Google, LEGO and Scientific American, and a trip to the Galapagos Islands courtesy of National Geographic Expeditions. The winners will be announced at our celebration gala that same evening, beginning at 6:00 p.m. PDT July 11. The event will be streamed live on ourYouTube channel so make sure to tune in.

In addition, over the past two weeks people around the world have had the opportunity to vote for their favorite projects in our online voting gallery. We have had over 100,000 votes and the competition was really tight, but we’re happy to announce that Nimal Subramanian is the People’s Choice Award winner. Nimal will receive a $10,000 scholarship. Congratulations Nimal—the public really loved your project!

Congratulations to all the finalists and the People’s Choice Award winner. We look forward to meeting the finalists at Google in July.

Samantha Peter, Education Team

Até 2014, 75 mil alunos devem receber bolsa para estudar fora

Governo começa a detalhar plano Ciências sem Fronteira; foco será em engenharia e tecnologia.

O plano do governo federal de conceder 75 mil bolsas de estudos no exterior para estudantes brasileiros foi apresentado nesta terça-feira a reitores de universidades e de institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia. O programa de internacionalização, chamado Ciências sem Fronteiras, vai beneficiar alunos que cursam desde o nível médio até o pós-doutorado.

Elaborada pelos ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia, a iniciativa pretende atender a áreas consideradas prioritárias para o desenvolvimento do País: engenharia e tecnologia.

Até 2014, 75 mil estudantes deverão viajar com as despesas de passagens aéreas pagas e seguro médico pagas. Os primeiros bolsistas devem ser selecionados no primeiro semestre de 2011.

O projeto geral será apresentado à presidente Dilma Rousseff na quarta-feira (15), pelos ministros Fernando Haddad, da Educação, e Aloizio Mercadante, da Ciência e Tecnologia.

À Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ligada ao MEC, caberá a oferta de 40 mil bolsas, com estimativa de investimento de US$ 936 milhões ao longo de quatro anos. Já o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência de fomento do MCT, terá de oferecer outras 35 mil bolsas.

Alunos de cursos técnicos de nível médio também serão contemplados com 3 mil bolsas nos próximos três anos. Outras 15 mil bolsas serão destinadas à educação profissional: 6 mil para estudantes de cursos tecnológicos e 9 mil divididas entre alunos de licenciatura em matemática, física, química e biologia; bacharelado tecnológico; e estudantes de nível médio.

"Vamos expor nossos bons alunos a ambientes de ensino e pesquisa diferenciados", diz o presidente da Capes, Jorge Guimarães. Segundo ele, entre os motivos de a ciência produzida no Brasil ter pouco destaque internacional está a quantidade de acordos de cooperação assinados entre instituições do País e do exterior. "Precisamos aumentar a produção científica conjunta."

Guimarães conta que a formação de doutores nas bolsas-sanduíche será induzida – o aluno vai pesquisar sobre temas de relevância para o Brasil, e não necessariamente seguir a linha de seu orientador estrangeiro. Trabalhos sobre dengue e clima semiárido, por exemplo, têm mais chances de serem contemplados.

Para a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, a iniciativa é boa, mas deveria haver um investimento também em bolsas dentro do País. "Estamos com dificuldades de financiamento desde a iniciação científica até o pós-doutorado."

(Portal Cidade Verde, via Estado de São Paulo)

Harvard não está tão longe assim

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Artigo da professora Leila dos Santos Macedo enviado pela autora ao JCEmail.

O avanço do Brasil na última década é notório. Programas governamentais como o Bolsa Família, o Fome Zero e o Brasil Alfabetizado ajudaram o Brasil a melhorar nos índices de educação, no entanto, estes avanços não foram suficientes para tirar o país de uma posição intermediária em relatórios de rendimento escolar da Unesco em nosso continente, ficando ao lado de países como Peru, Paraguai e Bolívia.

De acordo com dados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), o Brasil foi o terceiro país que mais cresceu – 33 pontos, chegando a 401. Pode parecer alentador, mas não é. Hoje, o País ocupa a nada honrosa 57a posição no Pisa, à frente de apenas oito países. A China, primeira colocada, totalizou 556 pontos. Se o Pisa fosse um campeonato de futebol, o Brasil estaria bem próximo da zona de rebaixamento.

Um dos objetivos traçados pelo Plano Brasil 2022, do governo federal, é elevar a nota dos estudantes brasileiros no Pisa para 473 pontos – um salto de 72 pontos em uma década, bem superior aos 33 alcançados entre 1999 e 2009. Para tanto, o plano prevê um novo modelo educacional que atinja desde o ensino fundamental ao superior.

A desigualdade do sistema de ensino é outro agravante – basta passar os olhos nos indicadores do Pisa. Enquanto os estudantes de escolas particulares alcançam a média de 502 pontos, os da rede pública estacionam nos 387 pontos. Um dos fatores que pesam a favor do ensino privado está na disponibilidade de recursos humanos. Nas escolas particulares, os professores são mais qualificados e o material didático, mais completo do que o oferecido pelo Estado. Na Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB), organizada há seis anos pela Associação Nacional de Biossegurança (ANBio) em todo território nacional, mais de 50% dos alunos participantes é da rede pública mas, infelizmente nunca desde a primeira OBB em 2005, um aluno da rede pública foi classificado a participar de uma olimpíada internacional ou Ibero-Americana – sempre os vencedores se originam na rede particular.

Entretanto, nem tudo está perdido e temos uma luz no horizonte, bastando para isso uma mudança de paradigma educacional. Sabemos o quanto é difícil a aceitação de um novo modelo ou paradigma, mas a realidade mostra que ou mudamos ou somos engolidos pela Esfinge tecnológica. Ao contrário da Matemática, que é uma ciência estática e que desde Pitágoras na Grécia em 490 a.C se mantém em seus teoremas, a Biologia é dinâmica e muda a cada segundo. Portanto, hoje os livros didáticos de Biologia estão na época de Watson e Crick, enquanto os cientistas discutem as aplicações da biologia sintética.

Fica claro, que temos que adotar uma nova lógica na educação, onde o professor, como principal ator no processo fale a linguagem que o aluno entenda e que esteja motivado para escutar. O método usado nas Olimpíadas de Biologia (www.anbiojovem.org.br) para treinamento dos alunos e professores coordenadores da OBB, baseado no binômio"hands on" e "minds on" tem permitido o Brasil conquistar medalhas nas Olimpíadas Internacionais de Biologia, mesmo considerando ainda todas as limitações do ensino, sobretudo do ensino público.

O adolescente, com seu intenso fluxo de hormônios, quer competir e se auto-afirmar em sua comunidade. Por isso os jogos interativos são tão estimulantes para a juventude. Hoje já temos professores de Biologia que reconhecem que "o aluno aprende muito mais quando o professor fala sua língua", comenta o professor Rubens Oda, coordenador da OBB. Temos vários exemplos na Internet de aulas de Biologia bastante fora do "convencional", que ensina, por exemplo, estrutura vegetal por meio de um vídeo acreditem, da "Lady Gaga"; ou mesmo uma aula sobre hormônios cantada em ritmo de "Funk", onde os alunos vibram e se envolvem totalmente no aprendizado.

Recentemente, um de nossos alunos que obteve medalha na Olimpíada Internacional de Biologia na Coréia do Sul no ano passado conseguiu com louvor uma vaga na tão sonhada Universidade de Harvard. É claro que aí teremos outro problema: o de depois de concluído o curso em Harvard perdermos nosso profissional para os"brain hunters" que certamente já estão de olho nele. A falta de uma política de Governo, onde se insira o setor privado como parceiro, e que preveja a imediata absorção de cérebros de destaque faz com que tenhamos a migração desses cérebros para mercados mais vantajosos no exterior.

Uma das formas de diminuir as diferenças público-privado no ensino da Biologia é a criação de laboratórios e projetos práticos na rede pública de ensino. A logística de um laboratório, entretanto é bastante complicada e custosa. Entretanto, podemos usar modelos virtuais de laboratório, aproveitando o plano de inclusão digital e aparelhamento das escolas com computadores atualmente em implantação pelo governo federal. A Olimpíada de Biologia através da ANBio e seus parceiros desenvolve projeto piloto onde a criação de laboratório/ambiente virtual motiva o estudante a buscar novos modelos de aprendizado dentro de um novo paradigma educacional.

Atrair alunos para as ciências biológicas parece natural. A biologia está presente no cotidiano do aluno:

– A batata que "puxa" sal do feijão que estava salgado demais.

– O pão que cresceu pela fermentação alcoólica.

– As enzimas recombinantes do sabão em pó.

– As alterações climáticas globais e o aumento da incidência da dengue.

Por que os alunos muitas vezes não são motivados pela Biologia? Infelizmente, a abordagem livresca de conteúdos quase sempre desatualizados, dificulta a aprendizagem e perdem a chance de mostrar como o ensino de ciências pode ser contextualizado e motivador.

Unir os conteúdos de Ciências Biológicas com novas linguagens de aprendizagem parece catalisar o aprendizado despertando os alunos da rede pública para a sua alfabetização funcional-científica.

A motivação por ambientes virtuais quer seja através de jogos de competição como por vídeos interativos é evidente para a faixa etária de alunos do ensino médio, portanto o uso dessas tecnologias para criar ambientes de ensino virtual irá com certeza ampliar o conhecimento no campo da Biologia.

E para concluir citaremos Pitágoras, que mesmo estando em épocas remotas disse com tanta precisão: "Educai as crianças e não será preciso punir os homens".

Leila dos Santos Macedo é Ph.D. em Microbiologia e Imunologia; pesquisadora titular da Fiocruz e presidente da Associação Nacional de Biossegurança (ANBio), e-mail: leila.macedo10 ;www.anbio.org.br; www.anbiojovem.org.br

Prêmio de Mérito ao Desenvolvimento Regional da América Latina e Caribe recebe indicação

Inter-American Development Bank

Até o dia 17, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) recebe indicações ao Prêmio de Mérito ao Desenvolvimento Regional da América Latina e Caribe Juscelino Kubitschek.

O objetivo é reconhecer a contribuição de instituições regionais ao desenvolvimento da América Latina e Caribe em dois campos: economia e finanças; e áreas social, cultural e científica.

As indicações podem ser feitas por indivíduos, instituições acadêmicas, centros de pesquisa ou instituições culturais. As mesmas devem ser submetidas online e incluir uma descrição detalhada dos méritos e importância regional do trabalho. A instituição de cada campo receberá um prêmio de US$ 100 mil.

A premiação foi criada em 2008 para comemorar o 50º aniversário do BID e sublinhar seu compromisso de apoiar esforços para reduzir a pobreza e a desigualdade na América Latina e Caribe. Juscelino Kubitschek, um destacado político brasileiro, teve a visão de um esforço Norte-Sul para elevar o padrão de vida na América Latina, uma iniciativa que resultou na criação do BID em 1959.

Informações podem ser obtidas no site www.iadb.org.

(Com informações do BID)

CNPq lança o 9° Prêmio Destaque do Ano na Iniciação Científica

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Interessados podem se inscrever até o dia 19 de agosto.

Estão abertas as inscrições para participar da 9ª edição do Prêmio Destaque do Ano na Iniciação Científica, uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Criado em 2003, o prêmio busca reconhecer trabalhos de destaque entre os bolsistas de Iniciação Científica do CNPq, sob os aspectos de relevância e qualidade do seu relatório final de pesquisa, e as instituições participantes do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) que contribuíram de forma relevante para o alcance dos objetivos do Programa.

Podem concorrer os bolsistas de Iniciação Científica do CNPq com pelo menos 12 meses de bolsa e que estejam em processo de renovação (2011-2012). Serão concedidas até nove premiações, distribuídas entre bolsistas das três grandes áreas do conhecimento: Ciências Exatas, da Terra e Engenharias; Ciências da Vida; e Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes. Os três primeiros colocados de cada área receberão quantia em espécie, sendo R$ 3,3 mil para o terceiro lugar, R$ 4,2 mil para o segundo colocado e R$ 5,1 mil para o primeiro lugar, que também receberá bolsa de Mestrado e passagem aérea com hospedagem para a participação na Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em 2012.

Na categoria Mérito Institucional, concorrerão instituições que participam do PIBIC e que tenham bolsistas inscritos no Prêmio. A premiação caberá à instituição com maior índice de egressos do Pibic titulados na pós-graduação, em cursos reconhecidos pela Capes. O índice de egressos será aferido pela quantificação dos ex-bolsistas que se titularam no mestrado ou doutorado. Os orientadores dos bolsistas agraciados serão convidados pelo CNPq a participarem da cerimônia de entrega, que será realizada durante as comemorações da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação, entre 17 e 23 de outubro deste ano.

As inscrições, que são individuais devem ser feitas nas Pró-Reitorias de Pesquisa e Pós-Graduação ou nas Coordenações do Pibic das instituições de ensino e pesquisa até o dia 19 de agosto de 2011. Os bolsistas além de preencherem a ficha de inscrição deverão entregar o relatório final, histórico escolar, e carta de recomendação do orientador sobre o perfil e atuação do bolsista. A s instituições devem transmitir ao CNPq, até 02 de Setembro de 2011, os três melhores relatórios dos bolsistas de IC do CNPq, um por grande área do conhecimento para concorrer na etapa nacional.

O regulamento e a ficha de inscrição podem ser obtidas na página do Prêmio: http://www.destaqueic.cnpq.br/.

(Ascom CNPq)